
Já há muito que não comprava um selo, mas ontem lá tive que comprar um.
Quando estava na fila de espera, fui reparando que o pessoal que comprava os selos, tinha a mesma atitude perante os selos, que era meter a língua neles, bem por detrás, para logo depois os colar no envelope.
Foi aí que me lembrei logo de ti.
Comecei a ficar ansioso, com uma vontade enorme de comprar o raio do selo, porque comecei a lembrar-me da "colazinha" que eles têm nas costas, que quando se passa a língua sentimos aquele estalar, aquela sensação que a língua esta em cima de alguma coisa que foi feita mesmo para ser lambida.
Comecei a imaginar-te, a imaginar-te nua, deitada na cama, ou então de pé, bem em frente a mim, com as pernas entrelaçadas, e eu a ajoelhar-me perante ti.
Comecei a sentir o teu selo, a cola do teu selo a descolar na minha boca.
Chegou a minha vez na fila.
“Queria um selo correio, correio normal, para demorar mais no caminho”… disse eu à funcionária dos CTT”.
Disse-lhe que esses eram os melhores, porque precisavam de mais saliva para a cola produzir efeito, precisava de lamber mais o selo porque a cola desses selos são mais exigentes do que a dos selos do correio azul.
È isso que sempre te digo quando tenho a tua "Dory" na boca, quando a beijo, quando a sinto bem apertada dentro da minha boca.
È por isso que prefiro o correio normal quando te mando uma carta, porque demoro mais no teu caminho vaginal. Prefiro sentir a “cola” que a tua vagina me dá, e quando a sinto, parece mesmo um daqueles selos de colecção, lindos, com textura e tudo, e que ainda oferecem a cola para o lamber.
Já com o selo na mão, olhei para ele, coloquei a ponta da língua no ângulo recto da direita e pensei que aquele cantinho era o teu clitóris. A cola estalou logo de imediato.
Mas como o teu clitóris nunca está sozinho, lembrei-me que precisava de um envelope para enviar a carta. Voltei para trás e pedi à mesma funcionária um, ao que me perguntou se queria com janela ou sem janela.
Pensei um pouco e decidi escolher um com janela, porque é como se olhasse para o interior da tua vagina, olhando as tuas estrias vaginais, penetrando-te o mais que posso com a língua, e de lá de dentro, respondes-me com aqueles apertos da vulva que tanto prazer me dão, como se me fosses arrancar a língua.
Peguei no selo, já bem lambido, e colei-o no envelope.
Abri o envelope e lambi-o também, como se estivesse a lamber os teus lábios vaginais. Fechei o envelope e quando o estou a introduzir no marco do correio, o meu pénis diz-me: “ Já sinto o meu corpo a mexer…”. Aquele marco do correio, parecia mesmo todo o teu vacúo clitorial, e quando sinto a carta a cair bem dentro dele, fez-me lembrar quando a minha glande te toca no teu "fornix", bem dentro de ti.
A minha ida aos CTT, levou-me a concluir que a tua vagina é o melhor selo dos correios que conheço.