Domingo, 12 de Julho de 2009

Férias com sabor amargo




O meu pénis foi de férias mas eu não, e por isso, lá teve ele que aguentar com ela, com a tua vagina.

O último dia ficou marcado por uma visita inesperada que nos apanhou de supresa.

Hà coisas que pensamos que apenas acontece aos outros, mas quando menos esperamos, batem-nos à porta, neste caso, batem-nos à boca.

Era noite, um calor desgraçado, resolvemos desligar todas as luzes.

Como sempre, gosto de falar com a tua vagina.

De inicio a conversa era normal, mas pouco a pouco fui sentido que a conversa estava a ficar diferente, mas lá continuamos.
Passado um tempo, foi o meu pénis que resolveu falar com ela, e por lá ficou também.

Cansada de estares calada, resolves colocar a boca no meu pénis, e foi vê-lo desaparecer nela, e como ele fica tão bem junto da tua lingua, como ele gosta da sensação de ser a óstia da tua igreja.
Não te via, não me vias, ninguem via nada, de facto. Estava tudo às escuras.
Ambos sentiamos que algo estava diferente, mas nenhum de nós se lembrou de dizer isso ao outro.

Ejaculei na tua boca. Pudera, não sou de ferro.

Liga-mos a luz.

A tua cara parecia a "Festa do Morango" e a minha, pelos vistos, a " Festa da Geleia".
Foi aí que percebemos que o sabor amargo de toda a noite, foi por causa do teu periodo menstrual.


Acontece...

Domingo, 21 de Junho de 2009

O meu pénis está de férias


O meu pénis foi de férias.

Só espero é que não regresse com o virus da gripe H1N1.

Domingo, 7 de Junho de 2009

O meu pénis esteve doente


O que eu mais temia, aconteceu.

O meu pénis estava doente.

Já lá iam 3 consultas, vários exames, Raio X, Tac´s, Testes de Força, de Resistência, Recolhas de Sangue e de Esperma, e nenhum dos médicos me soube dizer o que se passava com ele.


Andava em baixo, não levanta a cabeça, frouxo, sem alegria, acordava sem vontade nenhuma de se levantar e durante o dia nem parecia o mesmo.


Mas, quando menos esperava, fomos aos serviços da Segurança Social, e nas escadas do piso 2, olhando para ti deu-me vontade de o tirar para fora para o colocares na boca, coisa que tu não te importas-te, ele logo sorriu.


Vi logo qual era o problema dele.

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

A tua vagina é o melhor selo dos correios


Já há muito que não comprava um selo, mas ontem lá tive que comprar um.


Quando estava na fila de espera, fui reparando que o pessoal que comprava os selos, tinha a mesma atitude perante os selos, que era meter a língua neles, bem por detrás, para logo depois os colar no envelope.

Foi aí que me lembrei logo de ti.


Comecei a ficar ansioso, com uma vontade enorme de comprar o raio do selo, porque comecei a lembrar-me da "colazinha" que eles têm nas costas, que quando se passa a língua sentimos aquele estalar, aquela sensação que a língua esta em cima de alguma coisa que foi feita mesmo para ser lambida.

Comecei a imaginar-te, a imaginar-te nua, deitada na cama, ou então de pé, bem em frente a mim, com as pernas entrelaçadas, e eu a ajoelhar-me perante ti.

Comecei a sentir o teu selo, a cola do teu selo a descolar na minha boca.

Chegou a minha vez na fila.
“Queria um selo correio, correio normal, para demorar mais no caminho”… disse eu à funcionária dos CTT”.
Disse-lhe que esses eram os melhores, porque precisavam de mais saliva para a cola produzir efeito, precisava de lamber mais o selo porque a cola desses selos são mais exigentes do que a dos selos do correio azul.

È isso que sempre te digo quando tenho a tua "Dory" na boca, quando a beijo, quando a sinto bem apertada dentro da minha boca.

È por isso que prefiro o correio normal quando te mando uma carta, porque demoro mais no teu caminho vaginal. Prefiro sentir a “cola” que a tua vagina me dá, e quando a sinto, parece mesmo um daqueles selos de colecção, lindos, com textura e tudo, e que ainda oferecem a cola para o lamber.

Já com o selo na mão, olhei para ele, coloquei a ponta da língua no ângulo recto da direita e pensei que aquele cantinho era o teu clitóris. A cola estalou logo de imediato.

Mas como o teu clitóris nunca está sozinho, lembrei-me que precisava de um envelope para enviar a carta. Voltei para trás e pedi à mesma funcionária um, ao que me perguntou se queria com janela ou sem janela.


Pensei um pouco e decidi escolher um com janela, porque é como se olhasse para o interior da tua vagina, olhando as tuas estrias vaginais, penetrando-te o mais que posso com a língua, e de lá de dentro, respondes-me com aqueles apertos da vulva que tanto prazer me dão, como se me fosses arrancar a língua.


Peguei no selo, já bem lambido, e colei-o no envelope.

Abri o envelope e lambi-o também, como se estivesse a lamber os teus lábios vaginais. Fechei o envelope e quando o estou a introduzir no marco do correio, o meu pénis diz-me: “ Já sinto o meu corpo a mexer…”. Aquele marco do correio, parecia mesmo todo o teu vacúo clitorial, e quando sinto a carta a cair bem dentro dele, fez-me lembrar quando a minha glande te toca no teu "fornix", bem dentro de ti.

A minha ida aos CTT, levou-me a concluir que a tua vagina é o melhor selo dos correios que conheço.

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Ganhei mais uma aposta


Ontem fizemos mais uma aposta.

Teimavas comigo que não me conseguias masturbar com os joelhos, até ejacular. Eu disse-te que muito facilmente o conseguirias fazer, e por isso lá fomos nós tentar.

Eu até gosto destas tuas ideias, destas novidades, dos teus desafios, e claro, principalmente, da compensação para quem ganha.

Achava engraçada a forma como olhavas para mim, como de quem estava na certeza que não me ia conseguir chegar ao esperma, mas estava difícil.

Eu ia-te dizendo que ia ser fácil, e foi quando me lembrei que caso eu conseguisse, teria direito a pedir alguma coisa.

Concordaste comigo, mas não seria justo caso tu ganhasses, não teres também direito a pedir alguma coisa.

Os teus joelhos já muito tinham percorrido o meu pénis, pelas minhas contas, já eram quilómetros de pénis percorrido, mas esperma, nem vê-lo.

Foi nesse momento que me perguntas, o que eu iria pedir caso eu conseguisse ejacular apenas com o toque dos teus joelhos. Eu, como não quero pedir coisas muito complicadas, te disse que caso eu ejaculasse assim, apenas te iria pedir que em vez dos joelhos, seriam os teus lábios.

Ejaculei logo.

Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Visitei a tua praia


Já em tempos escrevi aqui sobre o tipo de animal que mais se parece com a tua vagina. Se te lembras, eu disse-te que era o caracol, porque o lastro de liquido vaginal que ela vai deixando pelo meu corpo quando a passeias em cima dele, as pingas que ela vai deixando cair, deixam aquele brilho em mim que tanto gosto. Parece mesmo o lastro de um desses bichanos.


Mas ultimamente reparo que o meu corpo fica banhado por ti, e de riacho aquilo parece mais um mar.


Quando me lembro da última vez, até o meu pénis tem um ataque cardíaco.

Deixa-me recordar-te:

Deitei-me na cama, almofada na minha nuca, e tu de pé, nua, olhavas para mim. Fechei os olhos e a partir daí foi deixar-me levar no movimento do teu corpo. Pernas abertas sobre mim, de joelhos, ias subindo e descendo o meu corpo, roçando a tua vagina em toda a minha pele.


Fizeste-me sentir a tua vagina molhada na minha boca, depois desceste até aos meus mamilos, onde passeaste novamente a “Dory”, abrindo os teus lábios grandes, sentido toda a humidade que já pingava de ti. O meu “Nemo” nessa altura só pensa que quando estiver dentro de ti, é um submarino.


Mas não ficaste por aí.


Desceste ainda mais, sentias o meu pénis todo encaixado e a tua vagina parecia sorrir para ele, porque se abria enquanto o percorria.
Mas onde mais sinto o lastro dela, é quando percorres toda a minha perna, seja ela qual for, de da virilha até aos meus dedos, tudo fica encharcado, fico todo molhado por ti.

Tu pareces um mar de prazer que me inunda junta à costa. O teu caracol faz-me sentir na esplanada de uma praia, sentido o calor do verão, temperado pela brisa do teu mar de prazer.

O que veio depois é o ponto mais alto da ida à praia.
Quando comecei a sentir a minha glande a ser absorvida por ti, até te sentares completamente em mim, apenas 4 minutos ditaram o teu orgasmo. Nesses 4 minutos, foi ver-te agarrada à cabeceira da cama, olhando para mim, trincando o lábio, baixando a cabeça, fechando os olhos, um sobe e desce das ancas, olhava-te no espelho e via todo o teu movimento de costas, vendo o meu “Nemo” a aparecer e a desaparecer dentro de ti.


Quando senti a tua vagina a aperta-lo ainda mais, uma maior frescura por ele abaixo começou a surgir, sintoma que estavas às portas do orgasmo, e eis que segundos depois ele aparece, sentindo-te toda a contrair, a tremer, a bambolear sons na minha cara, a apertar-me com toda a força o meu peito.

Pensei eu que tinha acabado de ir ao banho, tal foi o banho de prazer que em deste.

Terça-feira, 5 de Maio de 2009

O caça-jactos


Desde criança que sempre gostei de jogar, fosse ele o monopólio, às damas, ao ió-ió, ao cubo mágico, às escondidas, ao jogo sem bola, aos matraquilhos, até à bota botilde eu joguei, ao cromos, à carica e muitos outros.

Este meu gosto por alguns jogos ainda se mantém, e quando ontem conversávamos sobre qual o jogo que poderíamos jogar hoje, chegamos ao consenso de jogarmos ao caça-jactos.

Não sei se este jogo tem patente registada, mas não estivemos preocupados com isso e resolvemos jogar. Este jogo tem regras muito simples que é não ter regras.

Fizemos uma aposta, e quem perdesse ia ter o azar de jogar outra vez.
Cada um de nós tem um objectivo, que é ganhar, para não ter o azar de perder e jogar outra vez. Esse mesmo receio fez com que eu ficasse nervoso e por isso estava com medo de perder, o que seria uma enorme chatice. Tu também estavas preocupada e por isso também te sentia nervosa.

O caça-jactos consiste em ver quantos jactos de esperma consegues apanhar com a tua boca sempre que ejaculo. A boca não pode estar a menos de 20 cm da glande.

O objectivo é eu conseguir mandar o maior nº de jactos sem desvio pró lado, o que se pode tornar complicado porque o meu pénis tem uma certa inclinação para o lado esquerdo, e para acertar com o azimute da tua boca, pode ser difícil.

Tu, tens como objectivo apanhares o maior número de jactos de esperma, o que pode se complicado quando eles sobem alto.

Depois de estar o tempo suficiente dentro de ti, resolvemos dar início ao jogo, colocando-me de pé em cima da cama e tu de joelhos.
Depois de preparares o meu pénis, mergulhando-o bem na tua saliva, retirei o Nemo com cuidado da tua lingua, dei um passo atrás, e avisei-te que ia ejacular. Tu, sempre atenta a todos os ângulos, olhavas para mim, e eis que surge o primeiro jacto, e foi direitinho para o teu queixo.

Logo de seguida sai o segundo, e nem te conto a rapidez com que o apanhaste na boca, engolindo-o.

O terceiro ainda apanhaste metade, mas os que se seguiram, foram todos ao lado, perto da boca é certo, mas nenhum deles acertou sequer nos dentes. Nem imagino o que seria se usasses aparelho. Depois de saírem todos os jactos, formos ver quem ganhou e chegamos à conclusão que ambos perdemos.

Como ambos perdemos, lá tivemos que jogar outra vez, para nosso azar.








Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

Lentes de contacto


Nestas duas semanas deu para concluir que as indicações das embalagens de lentes de contacto não estão completas e que podem levar a situações complicadas de perdas de visão.

Mas antes de comentar sobre essa questão, gostava de te dizer que na Sexta-Feira, quando me deitei e surgiste à minha frente, dizendo: “…Só quero é que fiques quieto, não te mexas, não fales e aguenta que eu trato do resto…” senti-me logo na pele de um vibrador…mas sem pilhas.

Mas não me importei, bem pelo contrário.

A tua humidade em cima de mim faz-me logo pensar como é bom sentir-te dessa forma, e que em situações normais, diria que a tua vagina estava constipada, mas longe disso, ela apenas está feliz por me encontrar ali, passeando-se na minha perna, deixando o lastro de liquido vaginal enquanto desliza, como se fosse um caracol.

È de um prazer imenso.

E quando resolves subir um pouco mais e colocas os teus lábios vaginais na minha boca, e começo a vê-los a pingar em mim, já nem sequer penso.

Depois, já na parte final, surge daquelas situações que me faz lembrar o programa “Querido mudei a casa”, quando eles pintam uma parede ou um tecto. Isso acontece porque depois de tanto tempo a desceres e a subires com a tua língua o meu “Nemo”, acabo por perder a capacidade de resistir, e é quando começo a pintar todo o teu rosto e pescoço, chegando ao ponto de colar uma das tuas lentes de contacto na íris.

Foi aí que pensei que nunca deves usar lentes de contacto quando eu ejaculo na tua boca ou cara, porque pode provocar a colagem da lente, e depois para descolar, por de ser complicado.

Mais tarde fui confirmar em várias marcas de lentes se têm o cuidado de avisarem que a lente em contacto com esperma pode colar, e para meu espanto, nenhuma tinha como contra-indicação a ejaculação facial.

Por isso, da próxima vez, ou as retiras primeiro ou então, usas óculos.

Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

Como gosto de penaltis.


No futebol, um dos momentos mais intensos é a marcação de um grande penalidade. Nesses momentos, quem marca entra num desejo enorme de o conseguir, de o concretizar.

Estava a ver no outro dia um jogo e aquando da marcação pensei que eu também gosto de marcar uns grandes penaltis em ti.

Se há penalidade bem marcada é aquela em que o guarda-redes vai para um lado e a bola para o outro. È desses que eu gosto de te marcar. Ontem marquei tantos e nem deste por ela.


Se há coisa que me dá prazer é ver a minha glande a entrar no canto superior direito da tua vagina e tu a pensares que ela ia para a tua boca, ou então, quando pensas que a vou meter na tua boca e quando menos esperas, já está junto do clítoris, e é vê-la entrar em ti.

Outro tipo de penalti é quando a tentas segurar na tua mão mas ela escorrega-te e vai direitinha para os teus lábios, e aí já é tarde para a defenderes.

Raramente defendes um penalti meu, mas digo-te já que quando isso acontece também não me importo. Ver-te agarrá-la com a tua mão ou com a tua boca, é quase como se tivesse sido golo.

Quando mando as bolas aos teus postes, normalmente fico com a impressão que a bola entrou, mas afinal, não entrou nenhuma e só me resta rematar outra vez para dentro de ti, para festejar mais um golo. Quando chove também é bom para marcar penaltis. O teu periodo mentrual parece os relvados sinteticos, onde a bola desliza melhor.
Mas o penalti dos penaltis é quando pensas que vou ejacular na tua boca e te mando para os olhos.

Afinal, não te importas de perder e já me disseste que quantos mais golos eu marcar, mais ficas tu a ganhar.
Ainda bem.

Sábado, 4 de Abril de 2009

A pomada já deu resultados.



Depois do efeito positivo da pomada, voltamos à essência do teu interior, e como é normal durante as viagens de vai e vem, para dentro e para fora da tua vagina, conversamos muito.
Na última viagem, o tema de conversa foi a crise.


Depois de teres tido o primeiro orgasmo, e eu te ter dito que dás cabo de mim, que ainda te mando embora porque não preciso de tanto prazer, perguntei-te o que faríamos se ficássemos no desemprego, ou então, se quisesse-mos mudar de vida, que faríamos.


Não foi difícil a resposta.


Tu sugeriste que à quantidade de esperma que ejaculo, que pelas nossas contas deve rondar os 20ml porque já enchemos 4 colheres de xarope para a tosse, eu podia abrir uma loja tipo “banco de esperma” e vender a quem precisasse.


Eu sugeri que podias abrir um “centro para emagrecimento”, porque tu meia hora em cima de um gordinho, bastavam duas sessões para ele ver logo o efeito pneumático da tua resistência.


Esquece, foi só um palpite.